A revista Caras publicou um artigo, que diz respeito às diferenças nos ganhos e gastos entre oito princesas: Letízia, de Espanha; Kate, de Inglaterra; Victoria, da Suécia; Charlene, do Mónaco; Mary, da Dinamarca; Mathilde, da Bélgica; Mette-Marit, da Noruega e Maxima, da Holanda.
Entre elas, a que mais gasta, é a princesa Victoria, da Suécia.Em 2011, o pai ter-lhe-à dado seis milhões de euros para despesas pessoais e de representação. Em 2010, gastou 5 milhões na modernização do Palácio de Haga, onde vive com o marido, o príncipe Daniel.
Já Letízia é a que menos gasta. Segundo as contas apresentadas pelo rei D.Juan Carlos (devido ao escândalo financeiro que envolve Iñaki Urdangarin), a Princesa reparte com a sogra e a cunhada, 375 mil euros por ano, para aquisição de guarda-roupa, que as suas funções lhe exigem.
Kate tornou-se exemplo de elegância, conjugando grandes marcas com peças baratas, reciclando roupa. Já em cabelo, não olha a custos, gastando 450€ para lavar e secar o cabelo e 600€ por um corte.
Charlene é sóbria na indumentária, mas consta que não olha a gastos, usufruindo de um estilo de vida luxuoso, no qual não faltam festas, carros de luxo, iates ou férias nas estâncias de esqui mais chiques e em destinos longínquos e paradísiacos.
A princesa da Holanda criou um estilo personalizado, recorrendo a grandes nomes da moda. Para os seus gastos pessoais tem anualmente 624 mil euros. A educação das filhas é paga pelo marido, à parte.
A princesa Mathilde, da Bélgica, é conhecida por não gostar de ostentação e evitar gastos supérfluos, gerindo com inteligência os 788 mil euros que ela e o marido recebem annualmente.
Mette-Marit e Haakon precisam de cerca de 620 mil euros para a sua vida de futuros reis da Noruega e para os filhos. Isso implica amas, guarda-costas, secretários…












